domingo, 29 de abril de 2012

Vida simples de uma festa infantil !


Um dia chuvoso em Macaé, cá estamos depois de ontem aproveitarmos uma festa infantil de alto nível (de ruído) e muita alegria, pelo menos no raio de abrangência do pula-pula, do Playstation e dos vídeos que passavam no cantinho do salão... para mim foi bom rever a família, alguns bons colegas que por pura distância geográfica não são grandes amigos.


Ver e estar com meus sobrinhos é uma experiência sem igual, um ânimo e alegria que transborda a cada minuto mesmo que seja num simples momento em que eles estão vivendo suas vidas de criança e não necessariamente preciso que estejam me bajulando, me dando atenção ou até mesmo sendo simpáticos. Minha alegria é ver que são crianças e felizes na pura e linda simplicidade infantil, na ingenuidade que a vida e os anos tanto nos tiram e sendo redundante no lindo olhar de encarar com simplicidade a vida e os momentos que ela nos apresenta.




Deste dia de ontem pretendo mais pra frente desenvolver dois assuntos:

1- A distância que transforma prováveis melhores amigos em apenas colegas.
2- E o olhar simples e puro das crianças em relação a vida e este se vai com o tempo.


Ainda falando em simplicidade não posso deixar de registrar duas conversas que tive ontem e que já foram importantes aqui na cachola da simplicidade !


A primeira foi sobre a minha famosa memória seletiva, onde pude ouvir uma teoria que muito me agradou pela coerência. Segundo uma tia muito querida comentou eu não sou bom em gravar nomes e lembrar de coisas por que tenho um mecanismo de auto defesa onde só processo e gravo informações que julgo serem importantes para um futuro ou que ficam por muitas vezes indo e vindo na minha vida... apesar de não termos fundado esta teria em absolutamente nada, eu adorei por que já me sentirei melhor quando a Dani vier reclamar que não lembro de nada ou de ninguém... hehehe


A segunda foi um papo logo que cheguei na festinha com um chefe de família, gente finíssima, que se enquadra perfeitamente no quesito "a distância que transforma prováveis melhores amigos em apenas colegas" e com o qual convivi durante alguns bons anos de minha infância/juventude. Desta conversa registro carinho e a valorosa, preciosa e indispensável capacidade de ouvir as pessoas e muitas vezes nem existe a necessidade de dizer nada, ouvir é simples, é limpo, é puro e faz bem (pelo menos para quem está falando do outro lado!). Sinto falta desta vida simples, de poder parar e conversar por 10 ou 15 minutos e fazer diferença para um dia inteiro. A conversa em si não foi nenhuma novidade para ambos, certamente ele já ouviu aquele assunto inúmeras vezes pois é pastor e certamente tem um bocado de ovelhas "longe do rebanho" assim como eu. 


Dito isto, me despeço pois já sinto o cheiro da costela assada me chamando para um incomparável almoço simples em família. Privilégio que ainda posso aproveitar ao lado dos meus pais e enquanto puder fazer isso de estar junto, certamente o farei !

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